Sobre a Divisão de Estágios

A centenária Escola Politécnica de Pernambuco, fundada em 06 de março de 1912, conciliando tradição emodernidade, expandiu-se ao longo de seus cem anos, e sempre à  frente de seu tempo, em atenção às diversas expertises dos diversos segmentos produtivos e tecnológicos, esteve se preparando para as atuais e futuras demandas do mercado. Para tanto, hoje a POLI conta com os seguintes cursos de graduação: Engenharia Civil, Engenharia Elétrica: Telecomunicações, Engenharia Elétrica: Eletrônica, Engenharia Elétrica: Eletrotécnica, Engenharia Mecânica: Industrial, Engenharia Mecânica: Mecatrônica e Engenharia da Computação. Importante salientar a existência dos cursos de pós-graduação lato sensu e strictu sensu desta conceituada Escola de Engenharia.

A Divisão de Estágio da Escola Politécnica de Pernambuco tem procurado valorizar uma das principais atividades a serem desenvolvidas pelos seus discentes, que contribui no processo de ensino-aprendizagem e na formação acadêmica, qual seja o estágio não-obrigatório e o estágio obrigatório, sendo este último componente curricular imprescindível para integralização da grade de cada um de seus cursos de graduação. Sendo assim, vem implementando uma série de ações para que seja cumprido o que estabelece a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, a partir da qual foi elaborado o Manual de Estágio desta Escola, as Diretrizes Curriculares e os Projetos Pedagógicos de cada curso.

A Lei Federal supracitada, também conhecida como a Lei de Estágios é a legislação vigente que regulamenta as atividades de estágio, e o define como “ato educativo escolar supervisionado a ser desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à  preparação para o trabalho produtivo”. Estabelece, ainda, três finalidades: Aprendizado de competências próprias da atividade profissional, contextualização curricular e o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.

Neste contexto, para realização do estágio supervisionado, seja obrigatório ou não-obrigatório, são três as partes envolvidas no processo: o estagiário, a concedente e a instituição de ensino. Esta última funcionará como parte interveniente da relação contratual. Na realização das atividades de estágio, havendo perfeita interação entre as partes, o estagiário sairá fortalecido pois poderá realizar ações buscando competências pertinentes a sua área de estudo, e assim, consequentemente, adquirir uma visão crítica mais apurada de suas aspirações profissionais e experiência sobre a realidade comportamental no contexto social do mercado de trabalho.

Neste site, tendo em vista a importância do pleno acesso às informações sobre estágio supervisionado não-obrigatório e obrigatório, estão disponíveis informações e documentos que serão úteis para a prática de estágio.

por Profa. Cláudia Alcoforado